Dicas para o seu CARRO
 






 

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Leia abaixo os seguintes artigos:


35 Dicas para você gastar menos com combustível
Dez dicas para escolher uma oficina mecânica
Confira dicas para evitar acidentes de trânsito na hora de viajar
Conheça as dicas para não ter dor de cabeça com o carro em pleno trânsito.
Conheça os 5 pesadelos dos motoristas
Seu carro foi clonado? Veja o que fazer
Financiamentos de carros novos atraem consumidores
Veja o que fazer para não pagar comissão na compra de carro
Perguntas e dúvidas freqüentes
Dicas importantes para o seu carro
Fique de olho no xixi do seu cachorro
Aprenda a dirigir bem com toda segurança
Dicas para o seu carro



35 DICAS PARA VOCÊ GASTAR MENOS COM COMBUSTÍVEL

Por: Adriano Rocha / Ilustrações: Josemar Zadra

O gasto com combustível é sempre preocupante mas existe uma série de medidas que podem diminuir o consumo. Cuidando bem da manutenção de seu jipe e tomando alguns cuidados no modo de dirigir, é possível diminuir até 20% do consumo.

1. Não é necessário esperar o motor aquecer. Saia logo que ligar seu jipe; apenas não force o motor nos primeiros minutos.

2. Não acelere antes de desligar o motor. Além da queima desnecessária de combustível, você estará diluindo o óleo lubrificante de motor com o combustível não queimado.

3. Acelere de maneira progressiva. Vá acelerando gradativamente, pressionando o acelerador à medida que se fizer necessário.

4. Ao ligar o carro, não acelere. Se há alguma dificuldade para fazer pegar, é sinal de que o motor está desregulado.

5. Solte o acelerador antes de parar o carro, usando o freio motor.

6. Não acelere entre as mudanças de marchas, quando estiver com o pé na embreagem.

7. Freadas e arrancadas bruscas aumentam o consumo. Procure manter uma velocidade cosntante.

8. Se o semáforo fechar, diminua a velocidade gradativamente, evitando manter a aceleração e frear forte só quando estiver próximo ao cruzamento.

9. Procure fazer a troca de marchas dentro da faixa de giro do motor recomendada (varia em torno de 3.000 rpm). Não estique as marchas desnecessariamente.

10. Não dirija em alta velocidade. O consumo andando a 100 km/h pode ser até 20% maior do que a 80 km/h.

11. Andar com giro baixo em marchas longas - 40 km/h em 5» marcha por exemplo - força o motor e aumenta o consumo.

12. Se for ficar parado por mais de 2 minutos, desligue o motor. O consumo é maior do que desligá-lo e ligá-lo novamente.

13. Nas descidas, utilize a mesma marcha que seria necessária para subir.

14. Retire do carro todos os objetos desnecessários. Eles aumentam o peso do veículo e consequentemente o consumo. Em uso urbano, acessórios como hi-lift, pranchas, patescas e outros só servem para aumentar o peso.

15. A utilização do ar condicionado pode aumentar em até 20% o consumo de combustível.

16. Os pneus devem estar sempre calibrados. Lembre-se de recalibrá-los se for preciso diminuir a pressão em trilhas mais técnicas com pedras ou areia.

17. Viaje com os vidros fechados, diminuindo assim o arrasto aerodinâmico.

18. Bagageiro normalmente causa resistência ao deslocamento. Se não estiver em uso, o ideal é retirá-lo.

19. Bagageiros muito cheios atrapalham a aerodinâmica. Dê preferência a modelos fechados (com desenho aerodinâmico) ou a colocar as bagagens no porta-malas.

20. Verifique periodicamente o estado dos cabos, velas e bobina, mantendo-os ajustados. Um bom funcionamento da ignição é fundamental para uma boa queima de combustível.

21. Mantenha a direção alinhada e as rodas balanceadas.

22. Ao abastecer, verifique se a tampa foi devidamente fechada, evitando um possível vazamento - principalmente em trilhas onde é comum seu 4x4 ficar inclinado.

23. Confira o estado da tampa do tanque. Se a vedação não estiver bem feita, a evaporação pode aumentar seu gasto com combustível.

24. Ao abastecer, não deixe que o frentista encha o tanque além do desligamento automático da bomba. O excesso pode transbordar e ainda corroer a pintura do veículo e danificar o canister (filtro dos gases do tanque).

25. Também para evitar a evaporação do combustível, procure estacionar à sombra.

26. Só abasteça em postos de confiança para evitar gasolina adulterada.

27. Com o tempo, a gasolina pode oxidar e formar uma espécie de goma que vai se depositando no sistema de alimentação acarretando um aumento de consumo. O uso de aditivos ou gasolina aditivada ameniza este problema.

28. Mantenha o motor regulado. Carburador, distribuidor e sensores dos bicos de injeção deverão estar com manutenção em dia.

29. Se seu jipe possuir roda-livre manual, evite andar na posição 4x4 sem necessidade. Rodando no asfalto, utilize sempre a posição 4x2.

30. Verifique o estado do catalisador. Danificado, ele pode fragmentar-se em pedaços que dificultam a saída dos gases de escape.

31. Embreagem patinando o força a acelerar mais para fazer o carro andar.

32. Mantenha o filtro de ar limpo. Faça a limpeza sempre que enfrentar muita poeira e substitua-o conforme a recomendação do manual do carro.

33. Após andar em lama e barro, dê ao menos uma ducha no jipe para tirar o excesso de barro acumulado, principalmente nas rodas.

34. Verifique os freios. Eles podem estar segurando o jipe mesmo sem ser acionado.

35. Verifique sempre o nível de óleo lubrificante.

DEZ DICAS PARA ESCOLHER UMA OFICINA MECÂNICA

O carro está começando a apresentar problemas como barulho estranho no motor, lataria arranhada, dificuldades para engatar a marcha, insegurança nos freios. Na hora de levar o veículo para o conserto, muita gente não sabe como escolher uma oficina mecânica de confiança. Os técnicos do Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, dão algumas dicas para que o motorista não fique no prejuízo:

Faça uma pesquisa comparando preços e qualidade.
Ao definir por uma oficina, antes de levar o carro telefone para o Procon de seu estado para saber se a empresa possui registro de reclamação no órgão. Observe se a oficina está regularmente estabelecida e não é clandestina, se o local é organizado e, se possui ferramentas e equipamentos básicos. Fique atento quanto a alguns serviços que só podem ser executados por oficinas especializadas, como por exemplo, manutenção de injeção eletrônica.
Se seu carro é importado, veja se o estabelecimento possui funcionários treinados para este tipo de veículo.
Exija um orçamento prévio, no qual devem estar discriminados detalhadamente o material a ser usado, a mão-de-obra, os valores respectivos, condições de pagamento, data de início e término dos serviços e prazo de validade do mesmo.

Antes do conserto, solicite um documento relatando as condições gerais do carro, fazendo constar também a quilometragem e o nível de combustível. Ao retirar o veículo, faça uma vistoria para verificar se ele encontra-se nas mesmas condições em que entrou na oficina, certificando-se de que não há danos, como amassados, riscos na pintura ou equipamentos quebrados.

Verifique também se o serviço foi executado de acordo com o combinado. Só leve o automóvel se estiver plenamente de acordo com tudo. Não havendo entendimento entre as partes, registre um boletim de ocorrência na delegacia de polícia. Exija sempre nota fiscal discriminada contendo tudo o que foi disposto no orçamento, assim como os dados do veículo e das partes envolvidas.

CONFIRA DICAS PARA EVITAR ACIDENTES DE TRÂNSITO NA HORA DE VIAJAR

PRF recomenda não exceder número de passageiros nem peso de bagagem. Motoristas devem respeitar o Código de Trânsito Brasileiro.

O excesso de pessoas e de bagagem nos veículos, além de ser proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro, pode causar também graves acidentes. De acordo com as leis de trânsito, a quantidade de pessoas permitida dentro do carro depende do número de cintos de segurança.

Segundo Matheus Horta, assessor de imprensa da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a multa é o menor dos prejuízos para quem não respeita as leis. “Com o excesso de passageiros, alguém vai estar sem o cinto e pode ser arremessado dentro do veículo, atrapalhando a direção do condutor, que pode se envolver em um acidente”, diz.

O código de trânsito não obriga o uso de equipamentos de segurança para as crianças. Ainda assim, Horta recomenda que crianças de até 1 ano utilizem uma cadeira especial com cinto de segurança. “Muitas mães acham que o melhor lugar para transportar a criança é em seu colo. Na verdade, a criança, independente da idade, deve ser transportada como um passageiro normal dentro do veículo”, destaca.

Cuidados com a bagagem
Não há nenhuma restrição no código em relação ao transporte da bagagem em cima da do veículo. No entanto, para Horta, alguns inconvenientes para essa ação devem ser destacados. “A perda de visibilidade do condutor no caso de uma ultrapassagem ou mudança de faixa deve ser considerada. Além disso, os objetos podem ser arremessados e podem atrapalhar o condutor.”

A PRF diz que a melhor maneira de organizar a bagagem no porta-malas é não exceder o volume comportado pelo carro. E para quem tem bagageiro e costuma colocar os objetos em cima do veículo, Horta faz um alerta para os condutores observarem o limite máximo de 50 centímetros. "Caso não respeite esse limite, o motorista está sujeito a uma multa de R$ 127", lembra.

Motoristas que utilizam carretas devem verificar se ela está conectada ao sistema de iluminação do veículo. As bicicletas podem ser levadas no teto do carro e, neste caso, podem exceder o limite de 50 cm, desde que usem um suporte especial. Se forem colocadas na parte traseira do carro, elas não podem tampar o sistema de iluminação nem a placa de identificação do veículo. “Todos esses cuidados podem parecer básicos, mas podem salvar vidas”, afirma. Manutenção é 40% mais barata que conserto, diz especialista Especialistas comentam as vantagens das revisões periódicas.


Conheça as dicas para não ter dor de cabeça com o carro em pleno trânsito.


Cuidados com o carro são fundamentais para evitar acidentes e imprevistos na estrada. Dentre esses cuidados, a chamada manutenção preventiva é apontada como a solução para prevenir e evitar problemas ao volante. E, na maioria das vezes, é mais barato prevenir do que remediar.
"A manutenção preventiva é, no mínimo, 40% mais barata que a corretiva", diz José Palacio, auditor técnico do Instituto de Qualidade Automotiva (IQA).

Conheça os 5 pesadelos dos motoristas
Palacio acredita que a manutenção preventiva é "a chave para garantir a segurança do veículo, tanto para poupar vidas como para evitar maiores emissões de poluentes". "Infelizmente, o proprietário só se lembra de fazer manutenção no veículo antes de uma viagem muito longa. Manutenção no carro feita só uma vez por ano não pode ser considerada preventiva. Ela deve ocorrer 13 meses por ano", alertou. Luiz Antonio Ribeiro Borges, sócio-proprietário da Mak-Sul, empresa especializada em câmbio, concorda com José Palacio. "O melhor é fazer revisões periodicamente".

De acordo com os especialistas, seguir as instruções contidas no manual do proprietário e levar o carro para as revisões de tempos em tempos são preocupações fundamentais para a prevenção de problemas.
"O manual de cada veículo é o melhor aliado para saber como calibrar pneus, quando o óleo deve ser trocado, quando o carro precisa passar por uma revisão completa", afirmou Palacio.

Cuidados com o carro
E como funciona a manutenção preventiva? "Na manutenção preventiva, há troca de peças que já apresentam desgaste, mas que ainda não interferem negativamente sobre outras peças. Muitas vezes, por não negligenciar a preventiva, o motorista acaba ficando a pé", explicou o auditor. "E um motor calibrado acaba economizando combustível". O engenheiro Gabriel Barros, de 26 anos, teve problemas com seu carro, que parava no meio da rua sem maiores explicações.

Barros passou por duas experiências desagradáveis com seu carro recentemente. "Num dia, fiquei parado na Raposo (rodovia Raposo Tavares, em São Paulo), das 6h30 às 7h, na faixa da esquerda. Em outra vez, o carro parou bem no meio do túnel Ayrton Senna. Eu estava na faixa da direita, tinha um carro quebrado, mudei para a faixa da esquerda, e meu carro morreu e não pegava, fiquei parado do lado do carro quebrado”, contou.

O engenheiro é o tipo de motorista que se preocupa em fazer a manutenção preventiva, como alertam os especialistas, mas assinala que seu carro já tem 9 anos, o que acaba dificultando o processo. "A manutenção tinha sido feita na data certa, três meses atrás. Mesmo assim o carro deu problema", afirmou.

Motoristas que possuem veículos com a idade mais avançada precisam ter um cuidado redobrado. "Hoje em dia os carros são projetados para ter uma vida útil bem mais curta, de 5 anos. Claro que um carro conservado pode ter uma vida útil mais longa, de 10 anos. Por isso a manutenção preventiva é ainda mais fundamental", explicou José Palacio.

Assistência especializada
O auditor do IQA informou ainda que fazer a preventiva é imprescindível, mas que não se deve deixar o carro nas mãos de qualquer pessoa, mesmo que seja apenas para trocar o óleo ou calibrar os pneus, por exemplo.
Veja dicas para escolher uma oficina mecânica Borges, da Mak-Sul, acredita que é preciso levar seu carro sempre para uma oficina de confiança. "Na hora de trocar o óleo do câmbio, por exemplo, uma pessoa sem conhecimento pode colocar o óleo errado e prejudicar o carro", contou.

Palacio concorda: "o frentista pode não ter conhecimento técnico suficiente para oferecer um serviço garantido. Se você tem um carro importado e deixa qualquer pessoa abrir o veículo, chega até a ser perigoso. As especificações técnicas de cada carro estão muito desenvolvidas hoje em dia, não é qualquer pessoa que pode mexer".

"Tem que ter muito cuidado com qualquer tipo de revisão do carro, para não prejudicar em vez de ajudar. O importante é saber onde o proprietário está deixando seu carro para a manutenção. Caso contrário, o motorista continua correndo riscos, mesmo

CONHEÇA OS 5 PESADELOS DOS MOTORISTAS

Estourar pneus e fundir o motor estão na lista de perigos ao volante. Veja soluções para evitar problemas graves com seu carro

Imagine estar na estrada, à noite, e de repente perder o controle do carro porque os pneus furaram? Ou descer a serra, rumando para a praia, e os freios falharem? E se o motor fundir bem no meio do passeio? Como evitar esses pesadelos?

Todo motorista responsável se preocupa com a saúde do seu carro, tentando evitar qualquer imprevisto, especialmente antes de pegar a estrada e encarar uma viagem longa. O que nem todo mundo sabe é que os cuidados com o carro devem ser tomados sempre, não só antes de viajar. Caso contrário, o risco é de encarar esses pesadelos e ficar a pé - ou até provocar um acidente.

O G1 pediu a José Palacio, auditor técnico do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), que apontasse os cinco piores problemas que podem acontecer com seu carro ao dirigir, e como evitar esses transtornos. Além de pneus estourados, falha nos freios e pane no motor, Palacio acrescentou à lista problemas com suspensão e amortecedores e um item que pode parecer de óbvia manutenção, mas causa muitos transtornos: falta de combustível.

SEU CARRO FOI CLONADO? VEJA O QUE FAZER

Segundo o Denatran, não existe na legislação uma regra específica para veículos clonados.
Somente com a placa do carro já é possível fazer a clonagem.

A dificuldade de se identificar um carro clonado tem trazido muita dor de cabeça para proprietários de veículos, que começam a receber multas que não cometeram. Nesta semana, um proprietário de veículo de Belo Horizonte foi surpreendido ao descobrir um clone do seu carro estacionado na própria garagem

Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), não existe na legislação de trânsito uma regra específica para carros clonados. Assim, só resta ao proprietário recorrer ao Denatran com a justificativa de que não cometeu a multa ou ainda descobrir se o carro que dirige é a cópia.

No caso da justificativa, ela deverá ser escrita à mão e, de preferência, com algum documento anexo que prove o local onde estava o verdadeiro carro no momento da infração, como um bilhete de estacionamento. No site do Denatran há as instruções para o procedimento. Já para descobrir se o carro está irregular, basta fazer uma vistoria de chassi no Ciretran (Circunscricional Regional de Trânsito) da cidade.

Porém, os cuidados devem começar na hora da compra. No caso das revendedoras de veículos, que precisam se certificar do histórico do carro, o procedimento é feito por meio de uma empresa privada. “É verificado o número da carroceria, os selos de marcação, os vidros, motor etc. Se tiver algum vestígio de irregularidade, a gente não pega o veículo”, afirma Wesley Lopes Cordeiro, vendedor da revendora Veroneze Veículos, de São Paulo.

Os tipos de clonagem
Nas montadoras, os carros recebem uma série numérica que é gravada no chassi, motor, vidros e carroceria. Esses números são registrados com uma máquina especial, instalada na linha de montagem. No caso dos vidros, por exemplo, os números já saem serigrafados da fornecedora.

Embora haja um rigoroso controle dentro das fábricas por parte do Denatran, os criminosos conseguem acesso a todos os números do veículo, inclusive ao Registro Nacional de Veículos Automotores (código Renavam). As quadrilhas anotam o número da placa de um veículo na rua, a cor e o modelo, em seguida, puxam todos as informações sobre o veículo e fazem a clonagem.

Os peritos conseguem identificar a diferença porque a cópia nunca é perfeita, já que a máquina e o processo utilizado não são os mesmos das fabricantes.

Segundo Cordeiro, apesar de tantas avaliações, é difícil ter a certeza de que o carro não foi clonado. “Nossa precaução é não comprar o clone, o carro com motor adulterado. Mas não tem como saber se o carro foi clonado”, observa.

O mesmo procedimento é utilizado pelas seguradoras quando vão avaliar um carro. “O que acontece muito são casos de pessoas que vêm fazer o seguro e a gente descobre irregularidade. Normalmente dá tempo de devolver o carro”, comenta o diretor do ramo automóveis da Marítima Seguros, José Carlos Oliveira.

Para evitar problemas durante a compra do veículo, Oliveira recomenda a consulta do histórico do carro por meio de despachantes ou do próprio Detran (Departamento de Trânsito).

FINANCIAMENTOS DE CARROS NOVOS ATRAEM CONSUMIDORES

É preciso fazer as contas para ver se os juros compensam. Procon-DF alerta que é proibido cobrar multa para quitar financiamento antecipadamente.

Financiamentos de carros novos estão tentadores e chegam a 100% do valor do veículo, com a possibilidade de pagar em até 60 vezes. Parece fácil, mas é preciso fazer as contas para ter certeza de quanto será preciso desembolsar para ter um veículo - e não cair em uma 'roubada'.

No financiamento de um carro novo de R$ 30 mil, por exemplo, há banco que cobra R$ 600 de taxa de abertura de crédito. Em 24 meses, com taxa de juros de 1,2% ao mês, a prestação fica em R$ 1.512. O total pago será de R$ 36.296. Ou seja, nessa hipótese o consumidor pagará R$ 6.296 só de juros.

Outra hipótese: se o financiamento for em 72 meses, com juros de 1,26% ao mês, a prestação fica em R$ 670. No fim, o consumidor gastará R$ 48.267; são R$ 18.267 só de juros. Além disso, é preciso ficar atento: com o carro vêm outras despesas: combustível, IPVA, seguro, manutenção, eventuais consertos.

Dívida
A cabeleireira Rosângela Soares da Silva pensou nisso tudo ao financiar o carro em 36 vezes. Guardou dinheiro para quitar o financiamento, mas mesmo assim não conseguiu. A financeira disse que ela teria que pagar uma multa de R$ 500, se quisesse quitar a dívida.

"Os juros são abusivos e eles ainda querem me cobrar mais R$ 500. Para quitar o carro eu tenho que pagar mais juros?", questiona Rosângela.

Procon
O presidente do Procon do Distrito Federal, Peniel Pacheco, alerta que cobrar multa para quitar financiamento é proibido.

"Primeiro, não se pode cobrar nenhuma taxa pela antecipação da quitação da dívida. É proibido. Não há como o consumidor pagar mais uma taxa só porque está quitando a dívida. Segundo, é preciso descontar os juros sobre as parcelas que ainda estão por vencer. Como não há serviço nas parcelas que ainda não venceram, aquele juro tem que ser descontado".

Rosângela chegou a ir ao Procon, mas, por falta de um contador para reavaliar a dívida, o problema não foi resolvido. "Agora eu não sei. Vou ao Procon de novo? Contrato um advogado? Eu só quero quitar meu carro", afirma.

Segundo o presidente do Procon, já foi feito um pedido para que o GDF contrate quatro contadores aprovados em concurso público.

VEJA O QUE FAZER PARA NÃO PAGAR COMISSÃO NA COMPRA DE CARRO

Cliente acaba custeando até 12% de taxa para vendedor de veículos. Procon-SP diz que taxa deve estar discrimada no contrato do financiamento do automóvel

O alerta do Ministério Público (MP) de que quem financia um carro, uma moto ou um caminhão costuma pagar mais do que deveria, já que muitos vendedores cobram do cliente uma “taxa de retorno”, ou seja, uma comissão, chamou a atenção dos consumidores.

Muitos internautas escrevam ao G1 perguntando se poderiam receber de volta o dinheiro que pagaram pela comissão do vendedor no financiamento para compra de veículos novos ou usados.
A cobrança é uma espécie de gratificação que alguns bancos e financeiras repassam para os vendedores. A comissão pode chegar a 12% para os profissionais que convencem o cliente a fechar negócio com uma dessas instituições. Mas quem paga é o cliente, que nem percebe o montante porque o valor da comissão acaba diluído nas parcelas.

Mas assim como o MP, o Procon-SP entende que a cobrança é ilegal e orienta as pessoas a reivindicarem o estorno do valor pago. No entanto, o órgão de defesa do consumidor já adianta que o primeiro obstáculo será provar que parte da prestação foi parar no bolso do vendedor, já que esta informação dificilmente vem discriminada.

Em contrapartida, se o comprador estiver munido desta informação, poderá, sim, exigir seus direitos, já que a legalidade da prática não é reconhecida nem mesmo pelo Banco Central. Desta forma, após uma análise do caso, o Procon informa que o valor devolvido por ser até o dobro da “taxa de retorno” paga.

Mudança de regras
Desde o dia 3 de março, todos os consumidores brasileiros ganharam o direito de conhecer, em detalhes, os juros escondidos no financiamento de cada produto que comprar.

Sendo assim, as empresas devem discriminar, por escrito, quanto o cliente vai pagar na operação, relacionando item por item. A regra, que vale para lojas, financeiras e bancos, visa deixar às claras o que está sendo pago, para que o consumidor possa, de forma consciente, pesquisar as melhores condições oferecidas por cada prestador de serviço.

PERGUNDAS E DÚVIDAS FREQÜENTES


ADITIVOS

Polêmicos, os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada, mas na realidade eles são bastante úteis. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor, cuja função é diminuir atritos internos. Existem dois tipos de uso para esses aditivos, alguns são para motores novos, numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados, que pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo. Existem também uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos.

Aditivos para combustível :
Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.

Aditivo para cambio e transmissão :
Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro.

Aditivos para radiadores :
Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.

BANCO DE COURO

Vamos falar de uma coisa que deixa qualquer um que ame o seu carro louco, quando algumas mulheres vêem ficam louca, é isso mesmo vamos falar de bando de couro, alias você sabe que banco de couro reduz choque ? Pois é verdade sim.

Banco de couro reduz choque :
A chegada do inverno e a conseqüente queda da umidade relativa do ar são condições favoráveis ao acúmulo de energia estática dentro dos veículos. Esta energia, que geralmente acumula-se entre os ocupantes e o assento do automóvel, é descarregada na hora de sair do carro, provocando pequenos choques elétricos. Os especialistas e as montadoras asseguram que a intensidade destes choques não causam nenhum problema a saúde, pois a quantidade de energia é baixa. Também é descartada a possibilidade de que os choques caracterizem defeito do veículo. Mesmo não fazendo mal a saúde, nem sendo considerados defeito dos veículos os choques são muito desagradáveis e ultimamente são reclamações de várias pessoas junto às montadoras...

Como resolver ?
A solução para o problema é colocar bancos de couro no carro, pois substituir o revestimento sintético dos assentos do carro é uma alternativa para quem sofre choques ao sair de seu automóvel. Por receber um tratamento especial à base de produtos naturais, o couro acaba evitando acúmulo de energia eletrostática. É diferente do tecido sintético, que por sua composição e pela forma como foi tramado, acaba favorecendo tal acúmulo.

Por que trocar o estofado ?
Muitos clientes acabam colocando banco de couro somente para livrar-se das incomodas descargas elétricas. Embora afirma-se que este não seja o principal motivo da troca do estofamentos. A troca pelo couro varia de preços para carros de passeios ou picapes de cabine dupla ou simples. Consulte-nos!!!

Como conservar os seus bancos :
Cuidados simples são a garantia de vida longa para os bancos de couro originais ou que foram revestidos depois. O mais importante é evitar deixar o carro exposto ao sol, pior inimigo do couro. Com o tempo, o material tende a se tornar ressecado e quebradiço.

Dica:Nunca passar produtos como vaselina ou silicone - muito usados em lavagens de postos de gasolina. Eles penetram no couro e, além de estragá-lo, atingem a cola, fazendo a forração se soltar. Para limpar ou remover manchas, bastam um pano limpo e sabão neutro. Calças jeans com rebites metálicos nos bolsos podem riscar o assento e as laterais do banco.

BATERIAS

As baterias mais antigas precisam ter seu nível verificado e completado semanalmente com água destilada, mas hoje em dia, com as baterias seladas, quase não há preocupação, pois elas não precisam de qualquer tipo de manutenção.

Alguns cuidados podem aumentar a vida útil de sua bateria :
- Evite deixar faróis ou outros equipamentos elétricos ligados enquanto o veículo não estiver em funcionamento.
- Dê partidas por no máximo 5 segundos, e se o carro não pegar aguarde 30 segundos para uma próxima tentativa.
- Se a bateria descarregar, procure um auto-elétrico e carregue-a utilizando um aparelho de carga lenta, pois se for de carga rápida pode-se danificar a bateria.

COMBUSTÍVEL

Uma das dúvidas mais comuns aos motoristas é quanto à gasolina a ser usada. Existem pelo menos três opções, a premium, a aditivada e a comum, e isso gera dúvidas quanto à melhor para cada tipo de carro. Enganam-se os que pensam que a melhor é a mais cara. Existe uma para cada tipo de carro, dependendo de características e estágio de uso do motor. Aqui você encontra uma tabela com os cuidados e procedimentos na escolha do seu combustível.

A quilometragem define o tipo :
Normalmente, a idade do carro é indicativa de que tipo de gasolina se deve usar. Os mais velhos, normalmente, já têm acumulados em seu sistema de alimentação - que vai do tanque de combustível ao bico injetor (no caso de injeção de combustível) ou ao carburador (nos modelos mais antigos) - depósitos de impurezas. Elas vêm dos tanques dos postos de gasolina, que nem sempre recebem a manutenção correta. Nesse caso, o recomendado é usar sempre a gasolina comum, mais do que suficiente para fazer um motor já usado funcionar a contento. Nesses carros, as outras duas podem gerar problemas de entupimento e desperdício, já que elas são mais caras e não proporcionam melhora.

As gasolinas especiais :
Das outras duas, a mais recomendada é a aditivada. Por possuir detergentes e dispersantes, ela mantém o sistema de alimentação limpo, evitando os depósitos de borras e aumentando a vida útil do motor. Mas para quem usa sempre a gasolina comum, a aditivada pode ter efeitos negativos: os detergentes e dispersantes soltam a sujeira acumulada, o que causa o entupimento dos bicos da injeção eletrônica. A aditivada só deve ser usada em carros que a utilizam desde novos.

Premium para poucos :
Já a gasolina premium só deve ser utilizada por carros com taxa de compressão mais alta, normalmente os importados e os esportivos, por causa de sua maior octanagem - que evita a pré-ignição, também conhecida como "batida de pino". No caso de motores com baixa compressão, ela não proporciona nenhuma melhora de desempenho nem de economia. Assim como a aditivada, ela tem, em sua composição, detergentes e dispersantes.

Siga o manual :
O ideal, porém, é verificar no manual do proprietário de seu carro a gasolina recomendada pela montadora e sempre utilizar o mesmo tipo - e se possível a mesma marca - de combustível. Portanto, só altere o combustível que normalmente você usa em caso de necessidade, e retorne ao original o mais rápido possível. Não o faça pensando em fazer um "agrado" ao seu automóvel. A gasolina só oferece riscos ao seu motor se for velha ou adulterada.

Militec-1 :
Comprovado que militec-1 além de aumentar a potência em até 5%, reduz o combustível em até 8%.
Conservando Seu Carro
Motor :

Não permita, de maneira nenhuma, que o motor trabalhe em rotações muito baixas. Andar, por exemplo, a 40 Km/h em quarta marcha, representa uma carga muito forte para o motor.
Da mesma forma, nunca ultrapasse o limite de giros. Ir além dar faixa vermelha do conta giros pode comprometer a vida útil do motor e, em situações extremas, entortar válvulas, quebras as bielas ou danificar o bloco do motor. Mesmo no inverno, não deixe o motor funcionando muito tempo para aquecer. A temperatura ideal é atingida mais facilmente com o carro em movimento. Basta dirigir com suavidade. Nas trocas de óleo, jamais coloque o líquido além do nível indicado. O excesso acaba sujando as velas, prejudicando a queima de combustível. O carro vai acabar perdendo potência e consumindo mais combustível. Para garantir medição precisa, sempre faça a verificação dos níveis de óleo e água com o motor frio. Faça sempre as revisões e trocas de componentes no prazo recomendado pelo fabricante. Nunca abra a tampa do reservatório de água com o motor quente. Isso acaba despressurizando todo o sistema, gerando bolhas de ar que podem prejudicar a circulação da água e, em uma situação extrema, levar ao superaquecimento do motor.

SISTEMA DE FREIOS

Ao descer uma ladeira, procure usar a mesma marcha que colocaria se estivesse na subida.
Jamais utilize o ponto morto, pois os freios não conseguir segurar o veículo em uma situação de emergência. Além disso, o maior esforço dos freios pode levar os discos e pastilhas ao superaquecimento. O carro pode ficar sem freios. Cheque mensalmente o nível do fluido de freio. Quando for completá-lo, tome cuidado para não deixar cair nenhuma partícula de sujeira. Qualquer resíduo pode comprometer o perfeito funcionamento do sistema. Ao aproximar o carro de cruzamentos e semáforos, tire o pé do acelerador e mantenha a marcha engatada para que o motor diminua a velocidade do carro. Você evita freadas bruscas e preserva discos e pastilhas de freio.

Transmissão :
Não descanse o pé no pedal da embreagem enquanto dirige. Este é um hábito muito comum entre os motoristas, mas que pode provocar a queima do disco da embreagem. Além disso, os rolamentos e o volante do motor podem ser danificados. Quando parar em ladeiras, jamais segure o carro pisando no acelerador e na embreagem ao mesmo tempo. Esse procedimento, além de aumentar o consumo de combustível, desgasta o conjunto de disco e platô da embreagem, diminuindo sua vida útil. Ao parar em semáforos, é aconselhável colocar o câmbio em ponto morto, evitando ficar com a embreagem acionada por muito tempo. Esse procedimento, por mais simples que pareça, ajuda muito a prolongar a vida útil de todo o conjunto.

Sistema elétrico :
Não tente dar a partida por mais de sete segundos seguidos. Se necessário, aguarde vinte segundos entre cada nova tentativa. Acionar insistentemente a ignição pode acabar descarregando a bateria. Não utilize detergente comum no reservatório de água do limpador de pára-brisas. Coloque apenas produtos indicados pelo fabricante, pois a oleosidade de certos produtos podem acabar forçando a bomba elétrica. Além disso, a borracha das paletas pode ficar ressecada, forçando uma troca desnecessária. Evite acionar a bomba elétrica do limpador por mais de 30 segundos ou com o reservatório vazio, porque isso pode danificá-la. Carro com injeção eletrônica requer cuidados especiais na hora de se fazer a ligação direta (popularmente conhecida como "chupeta"). Siga os seguintes passos

1- Ligue o carro para prover energia.
2- Conecte primeiro os pólos positivos de cada cabo e, em seguida, os pólos negativos.
3- A seguir, acelere o carro para liberar a energia em marcha lenta (cerca de 1500 rpm).
4- Acione a chave do carro que está recebendo a energia.
5- Depois que ele pegar, ligue o farol alto e o desembaçador elétrico (dispositivos que consomem mais energia, evitando variações de corrente que podem prejudicar o funcionamento da injeção).
6- Só então desconecte os cabos.

ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL

Evite freadas e aceleradas bruscas. Não acelere desnecessariamente, seja com o carro parado ou em movimento. Sempre que possível, rode com as janelas fechadas. Dessa maneira, a resistência do ar diminui, propiciando uma boa economia de combustível. Faça verificações periódicas dos filtros de ar e de combustível, trocando-os nas quilometragens recomendadas pelo fabricante do veículo. Jamais ultrapasse a capacidade de carga de seu veículo. Além de mais consumo de combustível, haverá um desgaste de todo o sistema de suspensão, freios e pneus. Nas estradas, assim que o carro atingir a velocidade desejada, vá soltando aos poucos o pedal do acelerador. Não acelere o carro antes de desligar o motor. Este procedimento era necessário antigamente, quando o coletor tinha que ficar com combustível para o automóvel pegar com maior facilidade mais tarde. Atualmente isso representa apenas aumento no consumo de combustível. Além disso, isso pode provocar danos no catalisador, aumentando a emissão de poluentes, prejudicando o desempenho.

PNEUS:

Os sulcos existentes nos pneus não podem ter profundidade inferior a 1,6 milímetros.
Os pneus trazem indicadores de desgaste. Estão localizados em seu costado, entre os sulcos e em alto-relevo. Quando eles se tornam visíveis, chegou a hora de substituir o pneu.
Evite rodar com pneu vazio: o estrago pode atingir a roda. Em caso de furos, pneus em bom estado aceitam consertos sem problemas, podendo rodar ainda por muitos quilômetros. Mas fique atento: observe se o borracheiro utiliza ferramentas e materiais adequados. Nunca permita que ele retire o pneu com uma marreta, pois há o perigo de prejudicar tanto a estrutura do pneu quanto o aro da roda. No caso de estragos maiores, como um corte, o ideal é procurar o atendimento ao consumidor do fabricante do pneu. O conserto em borracharia pode gerar uma bolha e problemas futuros. Evite dirigir em alta velocidade, pois exige maior esforço da carcaça, provocando superaquecimento e acelerando o desgaste.
Fazer curvas em alta velocidade forçam o atrito, causando desgaste excessivo nas laterais da banda de rodagem. Evite freadas e arrancadas bruscas, que favorecem o desgaste irregular. Subir e descer a guia da calçada pode causar cortes ou quebras na estrutura do pneu. Evite ao máximo esse tipo de manobra. Ao estacionar, não encoste a lateral dos pneus no meio fio. Esse procedimento pode resultar em separações na estrutura. Não estacione sobre óleo, solventes ou outros derivados de petróleo. O contato dos pneus com esse tipo de produto agride a estrutura do pneu e pode provocar um desgaste prematuro. Não rode com excesso de carga no veículo: pode haver deformação e quebra da estrutura dos pneus, além do comprometimento de todo o sistema de suspensão. Evite ao máximo impactos violentos em buracos ou obstáculos. Podem surgir bolhas ou mesmo haver a quebra da estrutura do pneu

OUTRAS DICAS:

1 - Se o seu carro possui ar condicionado, no inverno, acione-o por pelo menos trinta minutos no período a cada trinta dias. O sistema pode ficar com o funcionamento comprometido com a falta de utilização.

2 - Ao fechar a tampa do capô, o ideal é soltá-lo a cerca de um palmo de altura. Evite apoiar-se em áreas flexíveis para não amassá-la.

3 - Nunca utilize palhas de aço para limpar os vidro de seu automóvel. Use limpa-vidros ou álcool com jornal, que não deixa vestígios de fiapos como o pano.

4 - Se o vidro traseiro possui desembaçador, cuidado ao limpar a parte interna. Jamais utilize produtos abrasivos, nem encoste objetos pontudos ou cortantes, para não danificar os filetes de aquecimento.

5 - Jamais pulverize a parte inferior do carro com querosene ou óleos minerais, procedimentos que são muito comuns nos postos de gasolina. Esse tipo de produto resseca as borrachas e acaba estragando lonas e pastilhas de freio.

6 - Se o veículo possuir catalisador, evite fazê-lo pegar no tranco. O combustível ainda não queimado pode se alojar no interior do equipamento, o que aumenta o risco de superaquecimento do motor.

Recomendações gerais :

- Use sempre as medidas indicadas pelo fabricante do veículo, que são informadas no manual do proprietário. Tamanhos diferentes daqueles recomendados alteram o comportamento da direção, tornando o carro inseguro.

- Prefira o desenho da banda de rodagem compatível com seu tipo de carro e uso. Não coloque pneus lameiros em carros que rodam basicamente no asfalto, nem dirija com pneus para asfalto na terra.

- Não monte pneus com tamanhos e construções diferentes em um mesmo veículo: utilizar diagonais e radiais em um mesmo carro o tornará instável.

- Para igualar o uso dos cinco pneus do carro (incluindo o estepe), faça um rodízio pelo menos a cada 10 000 quilômetros. Ele compensará as diferenças do desgaste, permitindo aumento de quilometragem e proporcionando boa estabilidade.


A HORA DE BALANCEAR:

O primeiro sinal de que é preciso fazer um balanceamento das rodas é o aparecimento de trepidações no volante. Fique atento, também, a qualquer desgaste irregular dos pneus.
Rodas desbalanceadas danificam os pneus, diminuindo sua vida útil. Além disso, provoca um grande desconforto em situação de uso, devido às trepidações que são transmitidas ao volante e ao sistema de suspensão (que também terá sua vida útil encurtada). Faça o balanceamento toda vez que trocar os pneus, quando fizer rodízio das rodas ou após fazer algum tipo de reparo no pneu ou na câmara.

Quando for calibrar :
Tenha sempre o cuidado de rodar com a pressão correta, pois a calibragem incorreta é o principal fator que diminui a vida útil dos pneus. A calibração deve acontecer semanalmente, sempre com pneus frios Calibre os pneus sempre que for pegar estrada. Excepcionalmente nessas condições, é aconselhável utilizar duas libras acima da normalmente recomendada. Aproveite a calibragem para certificar-se de que as válvulas não apresentam vazamentos e que estão com suas respectivas tampas, evitando a penetração de umidade no interior do pneu. Utilizar pressão abaixo da recomendada aumenta a área de contato do pneu com o solo, provocando rapidamente o desgaste nas laterais da banda de rodagem. Isso diminui a durabilidade, piora o consumo de combustível, superaquece os pneus e pode gerar quebras e separações dos componentes de sua estrutura. A pressão acima da indicada altera o contato do pneu com o solo, acelerando o desgaste no centro da banda de rodagem. Além disso, o supertensionamento da carcaça o torna mais suscetível a cortes, prejudica o conforto ao rodar e diminui a aderência. Não descanse o pé no pedal da embreagem enquanto dirige. Este é um hábito muito comum entre os motoristas, mas que pode provocar a queima do disco da embreagem. Além disso, os rolamentos e o volante do motor podem ser danificados.

FIQUE ATENTO AOS BARULHOS NO SEU CARRO:

Ao dar a partida, fique atendo a qualquer chiado semelhante ao jato de uma torneira. Em geral, esse ruído é provocado por um problema no bêndix do motor de arranque, que futuramente pode vir a afetar o induzido, o automático e a bobina de campo.

Quando for ligar o carro, barulho de peças batendo, associadas a trepidações devem significar que o escapamento ou os dispositivos que dão sustentação ao motor e ao câmbio, protetor do cárter, suporte do coxim e os próprios coxins apresentam problemas.

Os problemas de sustentação do motor ou do câmbio também podem ser percebidos por um tranco forte ao tirar o pé da embreagem, principalmente depois de engatar a primeira marcha. Um barulho semelhante a disparos ininterruptos de uma metralhadora, ao acelerar, indica que a saúde do motor não vai muito bem, pois está "rajando", como se diz popularmente. Vale lembrar que a lubrificação é absolutamente indispensável para a conservação do motor, portanto fique sempre atento ao seu nível e efetue as trocas na quilometragem recomendada pelo fabricante do veículo. Se você passar por buracos e ouvir ruídos de objetos soltos batendo, atenção. Se esses ruídos forem acompanhados de uma trepidação no volante e desgaste irregular nos pneus, provavelmente há algum problema na caixa de direção. Outra hipótese é que algum componente da suspensão esteja desgastado. Faça uma inspeção completa de todo o sistema. Se, ao pisar no freio, você escutar um chiado metálico de ferro contra ferro, está na hora de substituir as pastilhas de freio.
Se você perceber ruídos semelhantes a um bater de panelas, principalmente durante as partidas, o silencioso do escapamento deve estar solto ou quebrado. Pneus cantando em curvas são um indício de que o carro pode estar desalinhado. Isso pode acontecer quando passamos por buracos ou batemos o pneu no meio fio. Ainda nas curvas, preste atenção se não há um ruído contínuo nas curvas fechadas. Se acontecer, pode ser um problema na junta homocinética. Vale a pena prestar atenção no motor em marcha lenta. Um barulho parecido com o de uma máquina de costura indica que as válvulas de admissão e escape, localizadas no cabeçote, estão desreguladas. Nessa situação, o carro perde desempenho e consome mais combustível. Com o carro em movimento, preste atenção em qualquer barulho semelhante ao zumbido de um besouro. Esse tipo de ruído é sinal de um desgaste nos rolamentos da roda e aparece principalmente em alta velocidade.

CORREIAS E FILTROS

Vamos agora dar alguns conselhos sobre algumas itens muito importantes também para a vida de seu motor...

Troca do filtro de ar :
Ele serve para evitar que partículas estranhas entrem nos cilindros junto com o ar. Em geral, os filtros são de papel tratado quimicamente. É como se eles fossem os responsáveis pela "respiração" do motor, por isso é necessário trocá-los a cada 10 000 km ou de acordo com o prazo estabelecido no manual do proprietário.

Troca do filtro de combustível :
Na alimentação por injeção utilizam-se filtros de combustível de papel, em geral colocados em linha ao longo da tubulação de passagem do combustível. No caso de motores a diesel empregam-se sempre um ou mais filtros alojados em recipientes que funcionam como decantadores. Trocar os filtros de combustível é necessário para manter o sistema de alimentação do motor limpo, evitando, por exemplo, o entupimento de bicos injetores e, conseqüentemente, falhas no funcionamento do carro. A troca deve ser realizada a cada 30 000 km ou de acordo com o manual do proprietário.

Correia dentada :
Deve ser verificada a cada 20 000 km se está bem esticada e se não apresenta rachaduras. A troca deve ser realizada a cada 50 000 km.

Cuidados com o Consumo
Se você não prestava muita atenção ao consumo de gasolina, é provável que, nos últimos dias, tenha mudado de atitude. Economizar passou a ser um hábito muito salutar, mesmo para quem, normalmente, não se preocupa muito com o assunto. Faça as contas: se você rodar cerca de mil quilômetros por mês e economizar 10%, no final de um ano poderá ter deixado de gastar mais de R$ 800,00.

Manutenção :
O primeiro passo para gastar menos combustível é cuidar da manutenção de seu carro. Um cuidado simples, como manter os pneus calibrados, pode ter reflexos imediatos no seu bolso. Pneus com pressão apenas uma libra abaixo do recomendado podem provocar um aumento de consumo de até 2%. Velas gastas e filtros de ar sujos são outros fatores facilmente controláveis e que têm muita influência no gasto de combustível.

Cuidado com os preços :
Procurar os postos mais baratos para abastecer é sempre uma boa política. Mas é bom lembrar que se for preciso rodar muito para economizar pouco, você vai acabar gastando mais do que poupa. Além disso, é bom desconfiar de ofertas mirabolantes; preços muito abaixo da média do mercado - mais de 10%, por exemplo - podem significar combustível adulterado. As margens de lucro na venda de gasolina são apertadas e ninguém consegue fazer milagres.

Algumas sugestões simples para gastar menos combustível :

- Se você tem mais de um carro, procure usar o mais econômico.
- Planeje suas saídas e itinerários, procurando os caminhos mais curtos e evitando idas e vindas desnecessárias.
- Tente resolver a maior parte possível de seus negócios e compromissos sem precisar ir à rua.
- Procure sair nos horários de menor movimento. O pára-e-anda dos congestionamentos aumenta consideravelmente o consumo.
- Não corra. Quanto mais rápido um carro anda, mais consome combustível ( mas não ande mais lento que o fluxo, o que pode provocar acidentes ).
- Elimine todo o peso desnecessário. Há pessoas que têm o hábito de deixar coisas no carro, como livros e revistas velhas.
- Sempre que possível, mantenha velocidade constante. A aceleração é a fase em que mais se gasta combustível.
- Sempre que possível, evite usar o ar condicionado. Andar com ele ligado pode consumir até 5% a mais.

Militec-1 :
Comprovado que militec-1 além de aumentar a potência em até 5%, reduz o combustível em até 8%.

DICAS PARA LIMPEZA

Lavando :

Inicialmente esguiche bastante água sobre o carro, para remover a poeira. Misture 100ml de shampoo para carro de boa qualidade em 5 ou 6 litros de água, agitando até formar espuma. Com um pano limpo ou uma luva de lavar carros, comece a lavagem por ciam, ou seja, capota, capô, laterais, paralamas até chegar nas partes inferiores, que é aonde se acumulam mais sujeiras. Procure lavar o carro por partes e enxaguar em seguida, evitando assim, manchas na pintura (remova toda a espuma). Por último lave rodas e pneus. Terminada a lavagem, enxugue bem com uma flanela ou pano, não se esquecendo de enxugar as partes internas das portas.

Polindo :
Antes de polir ou encerar, o carro deve estar lavado e livre de poeiras. O veículo só deve ser polido quando a pintura estiver "queimada", isto é, fosca. Neste caso, use massa para polir extra fina ( massa grossa é para uso profissional ). Inicie, colocando com os dedos, pequenas quantidades de massa sobre a peça a ser polida. Em seguida, com estopa para polimento, espalhe bem, esfregando em movimentos horizontais, até obter o brilho desejado. Agora com uma estopa limpa ou flanela, dê uma limpada na parte polida. A tinta que sai na estopa durante o polimento, nada mais é do que tinta queimada que a massa removeu. Após polir o veículo é necessário encerá-lo para dar maior brilho e proteção ao polimento.

Encerando :
Você deve encerar seu carro se a pintura estiver regular ou boa. Se estiver muito queimada, é necessário polir primeiro. A cera líquida é mais fácil de polir e remover. Comece espalhando bem a cera em pequenas quantidades com estopa ou esponja em movimentos circulares (encere uma parte de cada vez). Deixe secar e dê um brilho com uma flanela seca e limpa ou com algodão hidrófilo (apropriado para polimento). Repita a operação sempre com o lado limpo da flanela ou algodão até remove toda a cera e obter o brilho desejado.

Acabamentos :
Pneus: utilize apenas produtos derivados de glicerina, jamais passe derivados de petróleo nos pneus ou demais compostos de borracha.
Painel : utilize um pano úmido limpo ou caso queira dar um brilho, passe silicone líquido com esponja macia.
Vidros : é o último item na lavagem. Use limpa vidros ou uma solução de álcool (50%) e vinagre (50%) que serve para eliminar manchas e gordura.

Dica:
- Na lavagem, não utilize detergentes derivados de petróleo, sabão em pó ou saponáceos, tais produtos causam sérios problemas à pintura.
- Nunca lave o carro sob sol ou com a lataria quente, bem como deixá-lo secar sob as mesmas condições. Você estará evitando manchas na pintura.
- Nas manchas de óleo ou asfalto, esfregue apenas o local com uma estopa embebida em querosene e lave-o em seguida.
- Faça o polimento sob a sombra.

ERROS NA PINTURA

Já que você estava querendo mais dicas, resolvemos colocar uma ligada a pintura.
E agora a bola da vez é Funilaria E Pintura. É bom lembrar que serviços de funilaria e pintura devem ser feitos em oficinas devidamente limpas.

Escorrimento :
A tinta forma acúmulos em forma de um cordão. Isso se dá quando a aplicação é feita com a pistola de pulverização muito próximo à superfície a ser pintada, movimentos muito lento, excesso de tinta muito grossa ou uso de solvente inadequado.
Aguardar a secagem completa, lixar as partes afetadas e preparar a superfície, são alguns passos importantes para não formar acúmulos.

Falta de aderência :
Causa descascamento da tinta em forma de placas. É provocado pela limpeza inadequada de superfície a ser pintada, falta de lixamento da pintura original, uso de solventes não indicados ou aplicação de vernizes sobre base ressecada. A melhor maneira para não descascar é remover as camadas soltas, lixar e repintar conforme descrito na embalagem do produto.

Casca de Laranja :
Esse defeito deixa a pintura com aparência granulada e enrugada, semelhante a uma casca de laranja.
Descuidos na hora da aplicação, como realização da pintura em locais muito quentes, tinta muito grossa, falta de ajuste de pressão do ar na pistola de pulverização e vazão de tinta são os fatores que provocam esse defeito. Em casos mais simples, a correção pode ser feita após a secagem da tinta com aplicação da Massa de Polir n. 3. Em casos mais graves, aguardar a secagem completa, lixar até obter a superfície lisa e repintar.

Diferença de tonalidade :
Há diversos fatores que podem ocasionar diferença na tonalidade. Em primeiro, é bom lembrar que com o passar do tempo, a pintura original de fábrica sofre alterações na sua coloração, por ação da natureza ou por maus tratos. Por isso, é necessário acertar a cor na hora da repintura. Outro fator importante é o modo de aplicação. Os fatores a serem considerados são viscosidade e vazão da tinta, ajuste de pressão do ar na pistola, velocidade de aplicação, distância entre a pistola e a superfície e número de demãos. Mexer bem a tinta é o primeiro passo para evitar a diferença de tonalidade. Caso a cor ainda precise de ajustes, o acerto de tonalidade pode ser feito com o acréscimo de pigmento de tintas.

Manchas de cores metálicas :
Podem ser identificadas em função da concentração de alumínio em pequenas áreas.
A falta de ajuste de pressão de ar, vazão de tinta, velocidade de aplicação, distância entre a pistola de pulverização e a superfície a ser pintada, quantidade de retardador adicionado à tinta e uso de solvente inadequado são as causas mais comuns para este defeito. Aguardar a secagem completa, lixar a superfície e repintar somente com tinta de acabamento, sem necessidade de aplicar o Primer, são providências para evitar as manchas nas pinturas metálicas.

Rachaduras ( Quando a pintura apresenta riscos ou cortes profundos )
Causas :
* repintura feita sobre base velha e já trincada; excesso de Primer ou massa;
* aplicação de tinta sobre Primer inadequado ou aplicação de Poliuretano sobre superfície pintada com Laca Acrílica.
A melhor maneira para evitar a rachadura é raspar as partes afetadas com Removedor Pastoso Glasurit, preparar a superfície e repintar corretamente, conforme as instruções na embalagem.

Pintura Queimada :
Quando a pintura fica fosca, sem brilho e com aparência ressecada.
É causado quando o veículo fica muito tempo exposto, é lavado com shampoo e sabão muito forte ou usado solvente inadequado. Recomenda-se polir com Massa de Polir n. 3.

FREIOS

O sistema de freios é o mais importante de um carro, e por isso merece atenção constante. Nos veículos mais antigos, usam-se lonas e tambores, nos atuais, pastilhas e discos. Seja qual for o sistema, porém, ele é sempre hidráulico, ou seja, é acionado por um óleo projetado para trabalhar em temperaturas pré- determinadas. Seguem os principais aspectos a serem verificados nos sistemas de freios.

Questão de tempo e calor :
A eficiência dos freios decai com o tempo e com a intensidade do uso. Por isso, muitas vezes se sente o pedal abaixar depois de se solicitar os freios com muita frequência, como em descidas de serras. Isso indica que o sistema sofreu um superaquecimento: por causa do atrito entre as pastilhas e os discos (ou das lonas e os tambores), a temperatura passou do limite de tolerância - isso também pode ser devido aos freios estarem necessitando da substituição de um ou vários componentes.

Revisões com data marcada :
O ideal é estabelecer uma rotina de vistoria dos freios. Ela deve incluir toda a canalização que leva o óleo do cilindro-mestre, onde fica depositado, às sapatas, que acionam as pastilhas. Com os freios, todo cuidado é pouco e nunca há atenção em demasia. O nível do óleo do freio deve ser verificado semanalmente e trocado a cada dois anos - ou de acordo com a recomendação do fabricante. Quando está sujo, velho ou contaminado, o óleo do freio perde a capacidade de pressão e dificulta a frenagem, colocando em risco sua segurança.

Cuidado com o ar :
Quando se troca o óleo, deve-se evitar a presença de ar na tubulação dos freios. Ele faz o pedal abaixar e reduz drasticamente a capacidade de frenagem. Muitas vezes, uma simples sangria do sistema (a retirada do ar) basta; ela é simples e rápida. Há óleos que resistem a temperaturas mais altas, mas são bem mais caros e desnecessários para o uso normal.

Olho na quilometragem :
As pastilhas devem ser verificadas a cada 10.000 quilômetros; a cada 30.000, verifique todo o sistema e regule o freio de mão. Preste muita atenção às borrachas de conexão dos condutos de óleo: se elas incharem quando o pedal é acionado, está na hora de substitui-las. Quanto à marca do óleo, siga as instruções do fabricante do seu carro (está no manual do proprietário); se não for possível encontrar a recomendada, prefira sempre as marcas mais conhecidas.

LADEIRA ABAIXO:

Nunca desça uma ladeira em ponto morto; engrene uma marcha mais baixa (terceira é a mais indicada) para que ela contenha as rotações do motor e impeça o carro de ganhar velocidade. Assim, você estará poupando os freios do seu carro - e em muitos, casos, vidas.

Lubrificação
Uma das manutenções preventivas que o motorista deve fazer, para evitar problemas com o motor do carro, é a troca de óleo. Um lubrificante vencido força mais e aumenta o desgaste dos pistões. Por isso, ficar atento quanto ao nível do óleo e à data da troca são quesitos básicos para deixar o seu motor mais "redondo".

Troca de óleo :
A lubrificação consiste essencialmente em separar as superfícies de dois componentes em movimento relativo por meio de uma camada fina de óleo ou graxa, minimizando o atrito. Com o tempo essa camada diminui e o motor começa a trabalhar em alta temperatura. O prazo médio para efetuar a troca de óleo é a cada 5 000 quilômetros.

Troca do filtro de óleo:
A função do filtro de óleo é reter todas as impurezas do lubrificante que está no motor. Por isso verifique-o sempre.

Cuidados na hora da troca :
A utilização correta de um lubrificante depende da indicação do fabricante, apresentada no manual do proprietário. É imprescindível que o motorista respeite o tipo de óleo que deve ser colocado no motor, principalmente com relação ao grau de viscosidade do produto.

Qual a diferença entre o óleo sintético e o mineral ?
Os óleos minerais são extraídos da natureza por meio da separação de componentes do petróleo. Os sintéticos são fabricados em usinas de química fina, que permitem a projeção de características específicas mais adequadas, como, por exemplo, a resistência à oxidação e envelhecimento do poder lubrificante.

Não é recomendado misturar minerais com sintéticos ?
Eles possuem diferentes poderes de solvência e isso pode gerar depósitos no motor, desgaste das superfícies, vazamentos, aumento da corrosão e entupimento no sistema de lubrificação. Por outro lado, existem os óleos chamados semi-sintéticos. Neste caso, estas misturas são feitas na fábrica de lubrificantes, com controle de qualidade adequado para o carro.

Utilizo o método tradicional ou o de sucção ?
Antes da troca é necessário que o motor tenha permanecido pelo menos 5 minutos em funcionamento. Isso garante que as impurezas fiquem em suspensão e sejam eliminadas. No caso da troca por meio do bujão garante-se o esvaziamento quase total do cárter. Já as máquinas a vácuo fazem uso de sondas de sucção introduzidas no orifício da vareta de medição de óleo. Mas é interessante estar atento, pois cada modelo de motor exige uma sonda de comprimento e forma adequados ao formato interno do cárter.


DICAS IMPORTANTES PARA O SEU CARRO

Coxim de apoio do amortecedor
O que é?
O coxim de suspensão é uma peça metálica revestida de borracha, a qual, na maioria das vezes é composta de um rolamento na parte central do coxim, ou funciona em conjunto com um rolamento acoplado ao coxim.

Para que serve?
O coxim de suspensão tem a função de dar apoio ao conjunto da suspensão do monobloco do veículo, promovendo a absorção de ruídos, choques e vibrações; como é composto de um rolamento, este incorpora a função de garantir o movimento giratório das rodas dianteiras, transmitido pela direção do veículo.
Como esta peça ajuda a fixar o conjunto de suspensão ao monobloco, esta peça assume grande importância no alinhamento do veículo, se estiver danificada ou desgastada, irá prejudicar o controle sobre a direção do veículo. É muito importante contar com uma peça de qualidade, pois como é composta de borracha, esta tem que atender a várias características, que são: - Dissipação de energia - Ao ser submetida a deformações, vibrações, torções e choques constantes, a borracha tem que ter grande capacidade de eliminar calor. - Duração da flexibilidade - Ao ser submetida a deformações constante, não pode apresentar falhas e após o trabalho manter suas medidas inalteradas. - Resistência - É a robustez, com a carga a ser aplicada para a deformação da borracha, cada veiculo tem peso e utilização diferente, por isso, cada peça tem dureza diferente na borracha.

Embreagem
O conjunto da embreagem possibilita a transferência de potência e torque do motor para a transmissão de forma progressiva, fazendo com que o veículo seja colocado em movimento confortavelmente. Quando o pedal de embreagem é pressionado, interrompe-se este fluxo de potência e torque para possibilitar as mudanças de marcha.

Filtros
São utilizados em todos os veículos e têm o objetivo de reter as partículas e outras sujeiras que possam prejudicar o desempenho dos componentes que protegem. O filtro de ar, que está localizado no início do coletor de ar, serve para reter poeira e partículas maiores que são puxadas pela aspiração do motor. Em grande parte dos carros, o de combustível fica próximo dos bicos injetores ou do carburador. O filtro de óleo, normalmente fica bem visível, por estar instalado no bloco do motor. Estes últimos têm a função de eliminar as impurezas que existem nos líquidos.

Freios
Há dois sistemas: a disco e a tambor. O primeiro funciona quando duas pastilhas prendem o disco que acompanha o movimento da roda. No segundo, a pressão das lonas alojadas dentro do tambor faz com este pare a roda. A maioria dos carros hoje tem um sistema misto, a disco na frente e a tambor atrás. Alguns são fabricados com disco nas quatro rodas. O funcionamento depende do fluído de freio e do estado dos discos, pastilhas, lonas e tambores.
O sistema de freio ABS (do inglês Antilock Braking System, ou sistema de antitravamento) oferece mais segurança nas frenagens graças a um dispositivo eletrônico que modula a pressão do fluído de freio nas rodas, impedindo que travem em freadas bruscas. Funciona comandado por uma unidade de controle, instalada perto do motor e ligada a quatro sensores, conectados a cada roda. Quando o pedal do freio é acionado, os sensores fazem a leitura das velocidade das rodas. A unidade de controle calcula qual roda deve girar mais devagar ou mais rápido para evitar uma derrapagem. Por isso ele é mais eficaz. E não se assuste ao usá-lo. Trepidações no pedal são normais no sistema com ABS. Mesmo com o pedal tremendo, deve-se mantê-lo pressionado, sem medo.

Junta do Cabeçote
Posicionada entre o bloco e o cabeçote do motor, essa junta é composta por uma camada de amianto coberta por duas chapas de cobre. Sua forma reproduz com exatidão os vários perfis encontrados no cabeçote, que fornecem um apoio com vedação hermética para as câmaras de combustão, passagens de água e de óleo e condutos para as varetas das válvulas. A junta deve resistir às altas temperaturas da câmara de combustão (acima de 1.000 graus centígrados) e à pressão, sem ficar incandescente nem provocar vazamentos.

Junta homocinética
Atualmente, a junta homocinética é usada para unir os semi-eixos às rodas esterçantes nos carros que possuem tração dianteira. Sua articulação angular permite a movimentação das rodas de maneira uniforme. Isso evita as vibrações que normalmente ocorrem no cardã, também conhecido como cruzeta ou junta universal.

Luzes de alerta do painel
As luzes indicadoras de alerta se acendem no painel quando se fecha um circuito elétrico. Por exemplo, as luzes que indicam a falta de óleo ou de fluído de freio estão ligadas a uma bóia dentro dos respectivos reservatórios. Quando o nível do líquido diminui, ela desce e encosta em um interruptor que fecha o circuito elétrico, fazendo a luz do painel acender. Esse alarme visual funciona também para todas as outras luzes que indicam o funcionamento ou problema em algum sistema.

Ignição eletrônica
A ignição começa o processo da queima da mistura ar/combustível comprimida pelo pistão. A eletrônica calcula o momento do ponto de ignição. Substitui os distribuidores convencionais por mapas eletrônicos, com resultado mais eficiente que a ignição convencional.

Injeção eletrônica
A dosagem do combustível com o ar pelo sistema eletrônico dispensa a regulagem manual porque o mapeamento programado na central eletrônica comanda a mistura ar/combustível em quantidades quase ideais. A sigla SPI ou SFI indica que um único bico injetor alimenta todos os cilindros. Também é conhecida como injeção monoponto. MPFI indica que cada cilindro possui o seu próprio bico injetor. É a chamada injeção multiponto. Existe um sistema mais moderno, o GDI (Gasoline Direct Injection) , em que o bico injetor está instalado diretamente dentro da câmara de combustão. Ainda pouco conhecido e utilizado, este sistema acompanha alguns veículos mais luxuosos.

Óleos
São todas as substâncias lubrificantes que se apresentam no estado líquido em temperatura normal. Existem diferentes tipos dentro de uma classificação técnica, podendo ser de origem mineral ou sintética. São usados para diminuir o atrito entre peças móveis do motor e do câmbio. Fundamentais para o bom funcionamento do veículo, devem estar sempre dentro dos níveis recomendados pelas fábricas. O do motor requer trocas periódicas, também especificadas pelos fabricantes. Importante: não misture óleo mineral com sintético.

Motor
Responsável por transformar a energia em movimento, é o motor que gera os cavalos (cv = cavalo vapor) e o torque ( a força de tração). Seus principais componentes são: cárter (reservatório de óleo), bloco (que abriga o virabrequim e os pistões), cabeçote (parte superior e sede da câmara de combustão), válvulas, eixo do comando de válvulas e seus outros assistentes, como velas e bicos injetores. Quando giramos a chave de ignição, ela aciona o motor de arranque, que faz o motor ligar. Ele também pode pegar no tranco. O tranco pode quebrar o dente de uma engrenagem do câmbio, além de haver o risco de encharcar o catalisador. Deve-se engatar a terceira marcha, mantendo o pé na embreagem. Ligue o contato. Com o carro em movimento, tire o pé da embreagem e torça para que o motor volte a funcionar. Importante: esse processo não se aplica a carros automáticos, que podem se danificar seriamente em uma tentativa dessas. Eles devem ser removidos por um guincho tipo plataforma.

Motor de Arranque
O motor de arranque é o equipamento que transforma a energia elétrica da bateria em energia mecânica, transmitida ao motor para o início de seu funcionamento. Ele surgiu em 1912, mas passou a ser adotado pelos fabricantes de automóveis 15 anos depois, quando foi aperfeiçoado e deixou de apresentar problemas nos componentes elétricos, que diminuíam sua durabilidade. Seu funcionamento é simples. Ao se ligar o carro, o motor de partida faz girar uma roda dentada instalada no volante do motor para que este entre em funcionamento. Como ele exige uma grande energia, se alguém esquecer o rádio ou os faróis ligados, a bateria pode descarregar e o carro só vai pegar no tranco. Por isso, manter a carga máxima da bateria é essencial para seu bom funcionamento.

Platinado
É o nome dado a um conjunto de peças que abre e fecha o circuito de ignição. Sua função é distribuir a energia elétrica para as velas na queima na mistura ar/combustível nos cilindros. O platinado entra em ação quando se liga a chave. A peça sofre desgaste e exige verificação periódica e eventuais regulagens. O ideal é conferir seu funcionamento a cada 5.000 quilômetros. Nos carros atuais, esse sistema foi substituído pela ignição eletrônica e posteriormente pela injeção eletrônica.

Pneu
Para cada veículo há um tipo de pneu apropriado. Isso evita má aderência e proporciona conforto e resistência ao transportar carga e passageiros. Por exemplo, um pneu com a nomenclatura 175/70 R13 S significa que ele tem 175 milímetros de largura e que a altura de sua lateral é de 70% dessa medida. O R é de radial, 13 é o diâmetro em polegadas do aro da roda e S indica que a velocidade máxima para este tipo de pneu é de aproximadamente 180 km/h.

Radiador
Parte do sistema de arrefecimento do veículo, o radiador realiza as trocas de calor entre ar/água ou ar/óleo, mantendo o motor e seus componentes em uma temperatura ideal de funcionamento. Tem um núcleo que pode ser constituído por uma série de canais (em forma de tubos ou de colméia) , por onde passa o ar que irá resfriar a água ou o óleo. É importantíssimo manter a água acrescida de um aditivo que reduza seu ponto de ebulição e evite a criação de ferrugem em seu sistema sempre no nível indicado no reservatório instalado dentro do compartimento do motor. Sem esse cuidado, o motor pode atingir temperaturas elevadas que podem provocar a queima da junta do cabeçote.

Suspensão
Seu objetivo é controlar a estabilidade, trepidação, oscilação e flutuação das rodas em contato com as irregularidades do piso. Sem as peças fundamentais como amortecedores e molas não seria possível amenizar o impacto das rodas com o solo, transmitindo desconforto aos ocupantes do carro. Os sistemas de suspensão podem ser independentes, interdependentes, a ar e até "inteligentes" ou ativos.
A suspensão tem um papel determinado no equilíbrio e na segurança do veículo. É ela quem dá estabilidade em qualquer tipo de piso, tráfego, velocidade e traçado. Denomina-se genericamente de suspensão ao conjunto de elementos elásticos: amortecedores, pneus, molas, coxins de apoio, buchas de borrachas, batentes, peças de ligação ou estruturais como: braços oscilantes, tirantes, tensores e articulações esféricas e pivôs, os quais, absorvem as irregularidades do piso.

Tração
É a força que impulsiona um veículo. Gerada pelo motor, passa às rodas pelo sistema de transmissão. Pode ser de três tipos: dianteira, traseira ou integral, também conhecida como tração nas quatro rodas. A tração dianteira exige um menor número de peças de transmissão. Com menos peso, há melhor aproveitamento da potência. Outra vantagem é o maior espaço disponível dentro da cabine, já que dispensa o uso do cardã e do túnel. A desvantagem é que sobrecarrega os pneus dianteiros, que são obrigados a tracionar o carro e ainda determinar as mudanças de direção. Na tração traseira, há a transferência de peso para o eixo de trás, diminuindo a possibilidade de o veículo patinar nas arrancadas, o que a torna ideal para carros com desempenho mais esportivo.

Vela
É a unidade responsável por provocar a ignição da mistura ar/combustível dentro do cilindro e, em conseqüência, sua explosão. O eletrodo que gera a faísca trabalha em temperaturas que vão de 400 a 800 graus centígrados. O lado externo da vela é recoberto com um material cerâmico que age como uma capa protetora do eletrodo central. Ainda que alguns modelos tenham configuração diferente, em geral cada cilindro tem uma vela. Motores a diesel não são dotados de velas de ignição: a explosão se dá pela compressão do combustível.



FIQUE DE OLHO NO XIXI DO SEU CACHORRO

Como evitar problemas e salvar as rodas do carro: Cachorros pequenos, grandes, peludos... Não importa o tamanho, é bem provável que ele vai fazer xixi na sua roda! Mas o que rodas de carro e cachorros têm em comum? A explicação é de que os cães são atraídos pelos cheiros que sentem nos pneus, que rodam por vários lugares. Aí, não tem jeito, um xixizinho aqui, outro ali. E essa freqüência pode acabar com qualquer tipo de roda. Pode ser de ferro, de alumínio, ela vai estragar por causa deste ácido que é a urina e causa a oxidação.Os mecânicos estão cheios de histórias clássicas. Como a da deterioração do bico e de onde vão os parafusos acabando prendê-los. O problema pode ser tão sério que na hora de desenroscar as porcas, não tenha jeito senão acabar arrebentando a roda para tirá-la do veículo.

Mas, xixi de cachorro também faz outros estragos. Pode causar manchas e descascar a roda. Os fabricantes dizem que o problema já foi pior. Hoje as rodas de aço e de liga leve passam por um tratamento para ficar mais resistentes. E não pára por aí, as partes baixas do carro, que ainda não podem passar por tratamentos químicos, como porcas e parafusos podem ficar presos com o xixi e se a roda raspar na sarjeta e perder um pouco do verniz, vai ficar mais sujeita à corrosão.

Para quem tem cachorro e não quer sofrer com um problema futuro nas rodas, a sugestão é que o dono pegue um detergente neutro, lave constantemente a roda. E como "quem tem cão às vezes caça com gato" o negócio é encontrar uma saída original. Uma fórmica instalada nos quatro pneus do carro justamente para proteção.

APRENDA A DIRIGIR BEM COM TODA SEGURANÇA

Dicas importantes para os motoristas:

Não "espiche" as marchas em excesso (fazer o motor rodar a mais de 3 mil giros). Quando estiver trafegando por ruas esburacadas, procure andar em baixa velocidade e sempre que cruzar em elevações ou buracos (como lombadas e quebra-molas) mantenha a embreagem pressionada ou pare e arranque vagarosamente.
Se você cruzar com alguma marcha engatada, sem pisar na embreagem, as engrenagens da sua caixa de marchas vão sentir uma enorme pressão e você uma enorme sacudida.
Para evitar problemas nas viagens, os motoristas precisam estar atentos às condições das vias e, principalmente, à forma de conduzir os veículos. Dirigir na cidade e na estrada são duas coisas completamente diferentes.
Um trabalho de alta velocidade tem um comportamento completamente diferente. O contato do pneu no asfalto a uma velocidade de 100 quilômetros por hora é 90% menor que com o carro parado.

Velocidade ideal

Os motoristas devem evitar trafegar no limite de velocidade permitido nas rodovias. O ideal é 80 quilômetros por hora. Quanto maior a velocidade, maior o perigo. Os motoristas não estão competindo.

Distância entre veículos

Em caso de chuva, o ideal é uma distância de três segundos. Para pista seca, dois segundos já são suficientes, aponta o especialista em direção defensiva.

Ultrapassagem segura

Para garantir uma ultrapassagem segura, os motoristas devem seguir alguns passos importantes antes de realizar a manobra. Segundo o especialista em direção defensiva, a primeira atitude é garantir visibilidade total da ultrapassagem. O motorista não deve colar no carro a ser ultrapassado e, aos poucos levar o carro à esquerda, para visualizar a pista no sentido contrário (em caso de mão dupla). Caso esteja na mesma velocidade do veículo a ser ultrapassado, o motorista deve manter um carro de distância. Ao iniciar a manobra, o motorista deve ter aceleração máxima para garantir maior velocidade. Não existe meia ultrapassagem. Não dá para desistir no meio. Portanto, é fundamental aguardar o momento oportuno.

Neblina

Em caso de neblina na pista, os motoristas devem usar faróis baixos e, caso conte com o acessório, o farol de neblina deve ser ligado. ?Não existe nenhuma outra hipótese para esse caso.

Chuva

Para conduzir na chuva, o especialista alerta que mais importante que reduzir a velocidade é manter a distância de segurança (três segundos). O motorista deve manter a firmeza no volante e, caso passe por uma poça, deve seguir com a mesma aceleração. Frear ou acelerar demais facilita o desequilíbrio do veículo.

Como segurar o volante?

Segundo o especialista, a forma ideal de segurar o volante é, em comparação a um relógio, no horário dez para as duas. Caso o carro tenha air bag, a posição ideal muda para quinze para as três.

Como frear?

A freada do bom motorista não marca o chão. É com essa frase que o especialista define uma freada segura. Ele aponta que o motorista deve manter o limite de travamento do veículo, não deixar que as rodas arrastem travadas pela pista, o que faz com que o veículo fique descontrolado. Com a roda travada, o motorista vira o volante e o carro segue em linha reta, finalizou.

Antes de pôr o pé na estrada...

Além das dicas para uma condução mais segura, os motoristas também devem estar atentos à parte mecânica dos veículos. Uma revisão antes da viagem é fundamental. A primeira coisa é não deixar para ver o carro de última hora. Os motoristas devem agendar uma revisão com pelo menos uma semana de antecedência, alerta o mecânicos.

O motorista deve checar os itens de segurança, nível de óleo, as ferramentas, o macaco do carro e o extintor de incêndio. ?É importante fazer uma revisão das lanternas, além de um alinhamento da direção e calibragem dos pneus. Se o pneu não estiver calibrado, o carro desalinha e a viagem fica insegura.

Dentro da oficina mecânica, também são verificados a suspensão, os freios e o rolamento das rodas. As correias do motor, os filtros de ar, de óleo e de combustível também passam por uma revisão.

Inspeções periódicas:

• Verificar o nível do óleo
Cheque o nível de óleo do motor a cada semana. Para fazer essa inspeção o carro deve estar em local plano, com o motor frio, após ter ficado algumas horas em descanso. O nível correto deve ficar entre as marcas mínima e máxima da vareta. Lembre-se que óleo em excesso pode sujar as velas e o sistema de alimentação nos carros com carburador. Ao contrário, a falta de óleo compromete a lubrificação das partes móveis internas, podendo causar o travamento ou desgaste prematuro do motor. Se tiver de completar o nível, utilize óleo da mesma marca, especificação e classificação da do óleo original.

• Completar a água do radiador
Verifique o líquido do sistema de refrigeração (radiador e vaso de expansão) sempre com o motor frio. Faça isso a cada semana, de preferência logo pela manhã, antes de sair de casa. O nível correto deve ficar entre as marcas máxima e mínima do reservatório de expansão. Nunca deixe o frentista do posto abrir a tampa do radiador ou reservatório com o motor quente. A água aquecida aumenta de volume e se perde quando a tampa é liberada. Em caso de superaquecimento, espere o motor esfriar totalmente antes de completar o nível. Feito isso, ligue o motor e adicione a água fria aos poucos. Isso evita um choque térmico que poderia causar o empenamento do cabeçote e outros problemas mais sérios ao veículo.

• Profundidade dos sucos dos pneus
Desenhados para escoar a água em contato com a banda de rodagem, os sulcos dos pneus devem manter uma profundidade mínima de 1,6 mm. Abaixo dessa medida, passam a perder a aderência quando em contato com o chão molhado ou em condições de baixo atrito. Além disso, carros com pneus lisos estão sujeitos a multa na estrada. Alguns modelos de pneus vêm com indicador de desgaste, em geral uma marca gravada ou marca de tinta na borracha. Por isso, não se esqueça de fazer o rodízio de pneus a cada 10 mil km - para tornar o desgaste mais uniforme- e não hesite em trocá-los quando estiverem gastos.

• Lavagem do motor nos postos
Os carros equipados com injeção eletrônica são mais sensíveis à água durante as lavagens. Por isso evite limpar o motor com muita freqüência nos postos de abastecimento. A água sob pressão pode infiltrar nos terminais e sensores do sistema de ignição e bloquear o contato elétrico, impedindo o motor de funcionar. Em modelos com central eletrônica instalada dentro do cofre do motor, pode haver uma pane nesse componente. Se a lavagem do motor for inevitável, envolva a central eletrônica com um plástico e evite esguichar água sob pressão nos terminais.

• Calibragem dos pneus
Verifique a calibragem dos pneus semanalmente. Ela deve ser checada sempre com os pneus frios, de preferência pela manhã, no posto mais próximo de sua casa, assim que começar a rodar. A explicação é simples: quando o carro está em movimento o atrito da roda com o piso aquece os pneus. Isso aumenta o volume interno de ar e faz com que a pressão se eleve. Qualquer calibragem nessas condições vai apontar uma medição alterada.

• Cuidados com a Bateria
Relegada ao esquecimento, a bateria do carro também requer manutenção. Nas baterias não seladas, verifique e complete o líquido a cada 30 dias, reduzindo essa freqüência no verão, período em que há maior evaporação. Use sempre água destilada. Evite a água de torneira, pois esta contém elementos químicos ou metais que podem comprometer a vida útil da bateria. Nas baterias seladas, o orifício de ventilação dos elementos deve estar sempre desobstruído para evitar o acúmulo de gases em seu interior e uma eventual explosão.


DICAS PARA O SEU CARRO


Nesta guia irei dar dicas para cuidados, condução e manutenção de seu carro. Pois brasileiro que é apaixonado por carro não pode deixar de saber de algumas dicas dessas.

1) CHEIRO DE GASOLINA E BENZINA: COMO TIRAR
Se você ficou com cheiro de gasolina ou benzina nas mãos após um breve contato, não se preocupe. A dica para remover o odor destas substâncias é esfregar as mãos com sal grosso ou sal de cozinha umedecidos em água. Em seguida, os bons e velhos água e sabão.

2) CERA TAMBÉM TEM JEITO
Após passar cera para impermeabilizar a pintura de seu carro, o tradicional cheiro pode ser tirado passando-se óleo para móveis - um dos mais conhecidos é o de peroba. É tiro e queda.

3) OS ESTOFADOS DO CARRO: LIMPEZA E CONSERVAÇÃO
Seu lindo estofado de couro do carro manchou? Se a causa for gordura ou tinta, por exemplo, e a mancha é resistente, o jeito é levar para quem entende fazer o tingimento para que não sejam notadas eventuais diferenças. As manchas provocadas por arranhões podem ser suavizadas com o uso de uma cera na própria tonalidade do couro. No banco do carro, deve-se passar com muito cuidado, em pouca quantidade e deixar secar para não manchar a roupa de quem senta.

4) MANCHAS DE TINTA ESFEROGRÁFICA TÊM SOLUÇÃO
Quem tem crianças, principalmente em idade escolar, sabe o tormento que é ter os bancos atingidos por tinta esferográfica. As "poções mágicas" para resolver o problema são álcool e removedor de cutículas. É só passar com toda a delicadeza sobre a mancha.

5) MANCHAS DE GARAGEM: DICAS PARA REMOVÊ-LAS
Manchas "de garagem": se o seu carro tiver alguma mancha provocada pela água de cimento que escorre em garagens, vai aí um macete: pegue um limão cortado e aplique o sumo na área afetada, esfregando o limão sobre a mancha até que esta desapareça. Depois, use polidor e cera para dar acabamento. Lembre-se: Sob o sol, o sumo do limão pode manchar a pintura do carro e provocar sérias queimaduras na pele. Portanto, cuidado!!! Faça isso sempre à sombra.

6) LANTERNAS TRASEIRAS DE NEBLINA PODEM ATRAPALHAR
Lanternas traseiras de neblina acesas, sem haver neblina atrapalham, provocando ofuscamento em quem vem atrás e ainda podem ser confundidas com luzes de freio. Fique atento para não deixar isso acontecer.

7) A ÚLTIMA BOMBADA É DESNECESSÁRIA
"Aquela última acelerada" antes de desligar o motor não traz benefício algum nos dias de hoje. Na verdade, esse hábito era comum nos carros antigos com motor de dois tempos onde o óleo era misturado à gasolina para lubrificação do motor, esse procedimento existia para deixar as paredes dos cilindros com gasolina e óleo, para que na próxima partida o motor não girasse a " seco". Porém, com a chegada dos motores atuais de quatro tempos, tanto carburados como injetados, esse procedimento causa o efeito contrário. Ocorre que o combustível que é enviado para a câmara de combustão não vai ser queimado, já que a ignição vai ser desligada e o combustível não queimado vai "lavar" a parede do cilindro (retirando o óleo), fazendo com que na próxima partida o motor comece a funcionar sem lubrificação adequada, além de aumentar o consumo de combustível.

8) VOCÊ ESQUENTA O SEU CARRO A ÁLCOOL?
Saiba que nos motores atuais, mesmo nos carros modernos movidos a álcool, não há mais necessidade de "esquentá-lo" previamente. Basta você sair com o veículo de maneira "tranqüila", sem forçar o motor, até que a temperatura esteja normal para que o câmbio e demais peças de transmissão e componentes de lubrificação, freios, etc., atinjam a temperatura ideal de funcionamento em conjunto com o motor.

9) PARADO, PROCURE NÃO DEIXAR A MÃO SOBRE A ALAVANCA DE CÂMBIO
Descansar a mão sobre a alavanca de câmbio provoca desgaste acentuado no sistema, deixando a alavanca folgada e imprecisa provocando aquelas "escapadas de marcha". Utilize a alavanca apenas para trocar marchas.

10) O MOTOR DO CARRO "MORREU" DE REPENTE?
A primeira verificação a ser feita é no nível de combustível no tanque. Se realmente o ponteiro estiver lá em baixo, não fique tentando dar partida no carro sem gasolina repetidas vezes, porque se a bomba elétrica funcionar "seca" por muito tempo pode pifar.

11) VOCÊ COSTUMA "ARRANCAR" ASSIM QUE O SEMÁFORO ABRE?
Arrancadas bruscas não gastam apenas gasolina. Nestas arrancadas, coxins e câmbio são forçados e dependendo da arrancada podem até quebrar. Lembrando-se ainda, que as engrenagens e juntas homocinéticas sofrem bastante com esse procedimento. Guie de forma suave, é mais econômico e seguro.

12) DIRIJA DE FORMA ATENTA E EVITE TER DE FREAR BRUSCAMENTE
Evite frear de forma brusca. Além de gastar combustível, componentes do freio se aquecem demais causando mais desgaste das pastilhas, lonas, discos e tambores. Além é claro, dos pneus. Guie sempre com atenção.

13) CUIDADO COM OS LAVA-RÁPIDOS!
Fique atento quando lavar seu carro em postos ou lava-rápidos que utilizem desengraxantes na limpeza das rodas. Acontece que esses produtos contém formulas extra-fortes (muitas vezes, as mesmas utilizadas na limpeza de baús de alumínio de caminhões) e acabam removendo não só a sujeira como também o verniz e a pintura das rodas, causando grandes danos. O ideal é limpá-las com sabão neutro e água, ou no máximo, utilizar um detergente doméstico.

14) SABE O BARULHO IRRITANTE DA BORRACHA RANGENDO CONTRA O VIDRO?
Não se desespere. Muitas vezes este pequeno incômodo pode ser resolvido facilmente. Primeiramente, limpe o vidro e as borrachas da palheta com detergente neutro, pois podem estar engordurados. Se não resolver, dobre o limpador para o lado contrário ao que está rangendo para que a borracha da palheta "deite" por igual em ambos os lados, e tenha um contato uniforme com o vidro.

15) QUANDO ESTIVER PARADO NO FAROL, NÃO DEIXE O CARRO ENGATADO
Quando o semáforo está fechado, muita gente acaba mantendo o carro engatado e, conseqüentemente, o pedal de embreagem acionado. Este hábito provoca desgaste acentuado no sistema, deixando desgastado prematuramente o conjunto de embreagem. Portanto, desengate o carro, puxe o freio de mão e aproveite para relaxar um pouco!


Todos os direitos reservados. Art On Line 2007. Email: contato@artonlinecomvoce.com

Desenvolvido por: Rafael Pereira