Saiba mais da sua MOTO - Por Nezinho >>>>> NUMBER ONE MOTOS
 

NUMBER ONE MOTOS
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Volta Fria - Angra dos Reis


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DIFERENÇA ENTRE PNEU:

RADIAL E CONVENCIONAL

Há dois tipos de construção de pneus: radial e convencional (ou diagonal). A nomenclatura designa uma diferença estrutural entre esses pneus. Mas isso não significa que um seja melhor ou pior que o outro. Simplesmente, eles têm uma aplicação, um uso diferente.

Nos pneus convencionais, os cordonéis das lonas (os tecidos) que, juntamente com a carcaça, compõem a estrutura do pneu, formam ângulos com a linha central da banda de rodagem. Daí alguns chamarem os pneus convencionais de diagonais.

Já nos radiais, além da estrutura têxtil, uma cintura de aço é disposta paralelamente à linha central da banda de rodagem; os fios metálicos formam um ângulo de 0° com a linha central.

Essa diferença estrutural determina para qual utilização o pneu é mais adequado. Os radiais são indicados para motos maiores que atingem altas velocidades, enquanto os convencionais têm uma variedade muito maior de aplicação. Podem ser usados em motos de baixa cilindrada, motocicletas off-road ou até mesmo em motos big-trail.
 
A construção radial oferece resistência e desempenho em alta velocidade e frenagens muito bruscas, em situações extremas em que um pneu convencional se tornaria um risco.

Uma moto de 125cc não precisa ser equipada com um pneu radial, pois além de não ultrapassar os 110 km/h, o rendimento quilométrico é importante para o motociclista. Seria, além de um desperdício, um incômodo, já que os pneus não trabalhariam em conjunto com a suspensão desenvolvida para pneus convencionais.
 
No caso de uma moto superesportiva, como a Honda CBR 600RR, que atinge mais de 250 km/h, o radial é obrigatório, uma vez que o pneu sofre muito esforço nas acelerações e frenagens em alta velocidade.

Outro exemplo das diferentes aplicações são os pneus off-road, usados em motos de motocross. A estrutura convencional é a mais indicada para o cross, pois os pneus são submetidos a impactos muito fortes, onde os pneus radiais não suportariam esse tipo de esforço. Além disso, o amortecimento e a adaptação a terrenos irregulares são fundamentais.


DICAS DIVERSAS:

Tanque e Carenagem
Em uma viajem longa proteja o tanque com papel “contact”, e quando encerar use cera a base de silicone.

Placa
Coloque parafusos com trava de teflon para fixar a placa, com a vibração ela tende a se soltar. O lacre pode ser fixado com silicone, para que não fique vibrando.

Bagageiro
O conjunto da GIVI é o melhor, mas se a grana estiver curta, compre os alforges da GIFT, não esqueça de proteger as bolsas do escapamento com lã de rocha (para não queimar).

Molas do Garfo  
O chato mergulho do garfo na hora da freada é grandemente reduzido, o garfo porém ainda é bastante sensível nas irregularidades do solo. Deve se prestar atenção, de que o óleo de WP (SAE 15) deve ser usado. Quem quer melhorar ainda mais deve encher o tubo com um pouco de óleo a mais do que o recomendado. Mas cuidado com os excessos, senão os retentores vão para o espaço


HOMENAGEM AOS BOMBEIROS

Os anjos existem!!!!
Mas... Diferente do que imaginamos,
Eles não possuem asas,
nem poderes celestiais.

São como nós, pessoas normais.
O amor ao próximo é o que os tornam especiais.

Estes anjos, tão sempre prontos a ajudar.
E arriscam suas vidas, para outras vidas salvar.

São fortes e destemidos,
e enfrentam qualquer tipo de perigo,
para o seu próximo ajudar.

Mas, infelizmente nem sempre são lembrados.
E por muitas vezes, depois de terem arriscado suas vidas;
Não recebem, nem se quer um OBRIGADO!

Mas isto, não os impede de continuar a trabalhar,
Salvando vidas em qualquer hora e em qualquer lugar!
Estes anjos são merecedores de todo nosso respeito.

Por muitos eles são chamados de BOMBEIROS.
Mas eu os chamo de ‘ANJOS’...
ANJOS VERDADEIROS!!!!

E aqui eu deixo... A minha singela homenagem,
a estes anjos, de muita bravura e coragem!
Que Deus abençoe a todos vocês!!!

Essas palavras expressa a minha mais sincera gratidão para a minha pessoa, pois a menos de um mês sofri um acidente, e trabalho ardo e valente desses guerreiros, que foram decisivos para a minha rápida recuperação e assim demonstro a minha enorme gratidão a todos esses homem do bem.


ESCOLHENDO O CAPACETE

A escolha de um capacete não deve se ater tão somente ao estilo de sua moto, mas principalmente ao uso que você for dar a sua moto. É de praxe que pilotos de motos tipo custom usem capacetes abertos e de motos esportivas usem capacetes fechados, mas essa não deve ser a regra apesar de que para todos o estilo conta muito!

CAPACETE ABERTO: O uso na cidade da moto é tão perigoso quanto o uso em estrada, apesar da velocidade na cidade ser menor, por isso é normal se flexibilizar o uso de capacetes abertos na cidade até mesmo porque esses são menos quentes, especialmente no verão tropical, porém o código de trânsito obriga o uso de óculos “apropriados” em caso de capacetes abertos.

Essa expressão não define claramente que tipo de óculos, mas na mão de um policial essa regra pode complicar seu passeio, é claro que o mesmo vale na estrada, mas se você estiver com um óculos que faça o contorno do rosto, isto é, que seja arredondado isso facilitará a visão especialmente porque você não vai ficar lacrimejando pela ação do vento e pode ser um bom argumento junto ao policial “exigente”.

CAPACETE FECHADO: O uso na estrada da moto sugere que se tenha mais precauções em função da velocidade ser maior e do trânsito dos outros veículos. O uso do capacete fechado é sempre mais aconselhável por ser muito mais seguro que o capacete aberto, mas a escolha do capacete fechado precisa obedecer uma regra básica sob pena de poder ser até mais perigoso que um aberto: Ele precisa SER JUSTO NA CABEÇA.

A escolha de um capacete não deve se ater tão somente ao estilo de sua moto, mas principalmente ao uso que você for dar a sua moto. É de praxe que pilotos de motos tipo custom usem capacetes abertos e de motos esportivas usem capacetes fechados, mas essa não deve ser a regra apesar de que para todos o estilo conta muito!

CAPACETE ABERTO: O uso na cidade da moto é tão perigoso quanto o uso em estrada, apesar da velocidade na cidade ser menor, por isso é normal se flexibilizar o uso de capacetes abertos na cidade até mesmo porque esses são menos quentes, especialmente no verão tropical, porém o código de trânsito obriga o uso de óculos "apropriados" em caso de capacetes abertos.

Essa expressão não define claramente que tipo de óculos, mas na mão de um policial essa regra pode complicar seu passeio, é claro que o mesmo vale na estrada, mas se você estiver com um óculos que faça o contorno do rosto, isto é, que seja arredondado isso facilitará a visão especialmente porque você não vai ficar lacrimejando pela ação do vento e pode ser um bom argumento junto ao policial "exigente".

CAPACETE FECHADO: O uso na estrada da moto sugere que se tenha mais precauções em função da velocidade ser maior e do trânsito dos outros veículos. O uso do capacete fechado é sempre mais aconselhável por ser muito mais seguro que o capacete aberto, mas a escolha do capacete fechado precisa obedecer uma regra básica sob pena de poder ser até mais perigoso que um aberto: Ele precisa SER JUSTO NA CABEÇA.

E como saber se está justo ou não?Justo na circunferência da cabeça, a numeração do capacete é dada por essa medida (pegue uma fita métrica e meça sua cabeça envolvendo a cabeça da testa até a nuca isso facilitará saber seu tamanho. Muitos capacetes importados vem com essa medida em polegadas para você converter centímetros em polegadas multiplique a medida de centímetros por 0,393701 e se você tiver a medida em polegadas e quiser saber seu equivalente em centímetros multiplique por 2,54.

Justo nas laterais (bochechas apertadas contra a espuma) o normal é suas bochechas ficarem apertadas o capacete só não pode ficar apertado na circunferência da cabeça senão você não agüenta meia hora!Queixeira: (parte frontal do capacete) afastada no mínimo 2,5 cm de seu queixo; OBS: para verificar se o capacete está justo ou não peça para que alguém empurre-o pela queixeira, o capacete não pode tocar seu queixo se isso acontecer experimente outro modelo ou um tamanho menor pois em um impacto no chão seu capacete poderá fraturar seu maxilar e é justamente essa a finalidade do capacete fechado proteger o rosto e o maxilar do piloto contra choques;
Cinta: ela deve ficar justa abaixo do queixo sem sufocar, devendo fixar o queixo de baixo para cima e não de baixo para trás;

Altura do capacete é a medida que ele tem de cima até as laterais (próximo ao ombro), ser alto é mais seguro, pois em uma queda ele firma junto as proteções de ombro do macacão e diminui o movimento da cabeça para os lados, evitando possíveis fraturas de cervical.
Resumindo, o capacete ideal é sem dúvida o fechado por ser mais seguro o que não quer dizer que o aberto não o seja, mas se você for andar em pistas de maior velocidade prefira o fechado mesmo que sua moto seja uma custom, lembre sempre, a segurança deve estar acima das preocupações estéticas.
http://www.aguiasdoasfaltosp.

LUBRIFICAÇÃO DA CORRENTE

Todas as marcas recomendam que a cada 500 km você lubrifique a corrente, isso evita o desgaste excessivo apesar de sujar bastante a roda traseira, isso pode ser facilmente evitado, basta que você use um produto adequado específico para correntes, disponível na Number One Motos.

PARAFUSOS EM GERAL

Sempre que lembrar, dê uma geral nos parafusos de carenagem, rodas, suportes, etc. A alta vibração provocada tanto pelo motor quanto pelo tipo de calçamento afrouxam sistematicamente os parafusos, portanto não deixe de manter sua moto sempre justa

CALIBRAGEM DOS PNEUS

Manter a calibragem dos pneus correta pode fazer a diferença entre estar em condições de fazer uma curva ou “seguir reto”. As motos com pneus entre 170 a 190 (traseiro) quando usadas sem garupa devem usar de 38 a 40 libras (pneu quente).

OBS: O pneu quando aquece pode por dilatação do ar, aumentar a calibragem em até 8 libras, isto significa que um pneu calibrado frio e usado em condições quentes como uma viajem com mais de 45 minutos a uma temperatura ambiente de 20° C pode chegar a 48 libras, deixando seu pneu muito duro, perdendo sua aderência quando você mais precisa, nas curvas. Já o dianteiro deve usar 4 libras a menos que o traseiro, pois seu volume cúbico é menor. Se você preferir utilize Nitrogênio para calibrar, pois ele tem um ponto de dilatação mais elevado e isto mantém mais estável a calibragem. Resumindo, quando você for andar na cidade, calibre no máximo, mas quando for para estrada, lembre de acertar sua calibragem para menos, mantendo a melhor performance dos seus pneus.

TROCA DOS PNEUS

Quando você for trocar um pneu tenha alguns cuidados básicos: Procure sempre trocar em máquina de montagem (encontrado na Mumber One Motos), especialmente se for rodas raiadas. Após a troca lembre que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia e tracionar ou forçar uma curva é tombo certo! Mas como evitar isso? Se for pneu dianteiro, use uma lixa grossa de qualquer tipo e passe em toda banda de rodagem; Se for traseiro, vá até uma área de areia ou cascalho fino e dê uma patinada com no mínimo duas voltas no pneu e estará limpo, a areia funcionará como lixa. Quando trocar? Geralmente os pneus originais agüentam em torno de 10.000 km nas esportivas e 12.000 km nas custons, mas independente disso se você perceber que os pneus estão quase sem friso na faixa central, não hesite, troque-os. Outra maneira é se caso você começar a perceber que a moto está um pouco instável especialmente em curvas, examine primeiro a calibragem, se estiver correta, então desconfie do desgaste dos pneus. Como escolher o pneu certo? Há vários tipos de pneus, alguns mais duros que duram mais e são menos eficazes quando usados no limite e outros mais macios que duram menos, mas que são “verdadeiros chicletes” no asfalto. Pense em como você usa sua moto e faça a escolha certa.





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